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Razão e sentimento

Razão e sentimento
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Uma menina-mulher sonharadora convicta, pore´m de uma racionalidade necessária.

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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Meu domingo foi abrilhantado pelo espetáculo BARULHINHO das Chicas no Anfiteatro do dragão do Mar.
Gente, elas são simplesmente espetaculares. As vozes tão harmoniosas e as músicas belíssimas. Quando eu tiver um filho com certeza quererei que sua infância seja regada a músicas daquele nível.
Um grande show que merece ser visto por todas as idades.
sábado, 18 de outubro de 2008
Esse cara aí é um AMIGO que eu amo muito, muito mesmo.
Parabéns, amigo,
Muitas felicidades... Pessoas como você merecem tudo que o mundo tem de bom e doce.
Eita exagerei, também não é isso tudo não ;)

Beijo Gé.




Onde está você?
Onde está aquela noite em que
A leveza de nossas mãos denunciavam o desejo de nossas almas?
Onde estão aqueles olhos brilhantes
Que me fitavam com doçura?

Quero-os de novo.
Quero-o,
Amo-o.
Um amor assim tão forte e tão louco...
Que me faltam palavras para explicá-lo

Onde está aquele homem que me olhava sorridente
E prometia me ensinar coisas?
Onde está você?
Quero-o.
Quero-o mais uma vez,
Quero-o sempre.
De um querer intenso e novo
Um querer antigo, louco.

Carinho é pouco para expressar o
Amor que seus gestos diziam.
Refaço aquela noite em minha mente e
Lentamente nos vejo ali, entregues na
Opulência dos sonhos, de um momento único
Sonhador... adolescente.

Todas as coisas sentidas
Eram, naquele momento, o bastante para nós.

As estrelas olhadas, o vento que
Murmurava palavras em nossos ouvidos,
O toque de nossos corpos...

Onde está tudo isso?
Onde está você?
Onde está a noite mais perfeita que vivi?

Quero-o tanto que
De tanto querer-te, vejo
Perdida minha calma.
Perdido meus sonhos de felicidade.

Agora chegou ao fim.
Agora tudo é dor,
Ausência.
Agora não há mais esperanças.
Dorme em meu peito esse amor,
Que é lindo e puro.
Dorme em ti a vaga lembrança
De alguém que povoou, um dia, seus dias
De alguém que é sem nome.
Que não existe mais.

O que leva alguém a procurar confusão para si próprio? Digo “confusão”, mas queria dizer na verdade "desaquietação", um mexer no que está quieto. Ultimamente os fatos me levam a acreditar que procurarmos problemas é uma necessidade inerente que o ser humano tem de sofrer. Bonito, não é? NECESSIDADE INERENTE de sofrer.
Bonito ou não, o homem – aqui homem é, em verdade, a mulher, gênero feminino, pois nós é que inventamos essas coisas – tem determinadas necessidades que o levam a tal sofrimento. Assim acontece quando nos sentimos sozinhas, carentes. Aliás, a carência é a grande vilã na vida de uma mulher. Ela faz grandes estragos. Ela decide por nós. Toma conta de nossas palavras e, principalmente, de nossos atos.
Explicando melhor tudo que foi metaforicamente falado, digo que quando uma mulher olha para um homem, percebe-o, analisa-o. Não aqueles homens comuns, mas um que é visado, que está a frente, que aparece e que, exatamente, por aparecer é problemático, ela está tentando satisfazer a tal necessidade imanente. Aquela que traz problemas, lembra?
Foi isso que aconteceu naquele sábado festivo em que, emocionada, eu festejava minhas novas amizades. E nesse clima de “new friends”, eu resolvi que estava na hora de um “new boyfriend”. Eu ou a tal carência? Vá tentando desvendar esse mistério por sua conta e risco.
Era apenas o começo do tal jogo da sedução. Sou péssima nisso. Mas dizem que toda mulher sabe jogar charme, assim ela esteja interessada, toda mulher sabe despertar a Capitu que habita em seu íntimo. Eu mesma nunca aprendi tal façanha, acho que não sei ser MULHER, no máximo aprendi a ser inteligente e a dominar essa inteligência.
Aconteceu então a oportunidade de provar esse domínio. “Oi!” era um ‘oi’ cheio de intenções, completamente programado, programado para iniciar uma amizade, uma conversa, uma chance de algo a mais. E no fluir da conversa outras frases foram ditas, intencionalmente. Mas o tempo era curto, a noite tinha outros objetivos, outros caminhos a serem seguidos e a Inteligência gritava “Hora de recuar, guardas as armas, por hoje é só”. Alea jacta est. Era assim que eu sentia. Obviamente ninguém em sã consciência ignora os avisos da mente, só uma louca ansiosa e imediatista o faria, e, definitivamente, não era o meu caso, pelo menos não mais. Aprendi também a ter paciência, aprendi a esperar a oportunidade perfeita. O momento certo.
Passaram-se, então, dias e dias. As lembranças iam e vinham na minha mente. Os projetos ocuparam-na. Quase esqueci dele. Não era importante, não chegara a ser nem uma paquera. Era apenas o primeiro passo. Você pode estar se perguntando: Mas e daí? O que houve?
Tenha calma, tudo será contado a seu tempo. Escrever não é como conversar, requer detalhes, detalhes importantes que envolvem o leitor, que o fazem refletir. Aliás, está aí um momento perfeito para uma pequena reflexão: Como se escolhe alguém? Qual a maneira correta de conquistá-lo? Pense antes de responder. As palavras têm peso e os pensamentos então, são capazes de dominar o mundo e eu não quero que depois você se acha uma pessoa injusta.
No mesmo lugar e não menos disposta a instigar o outro. Ainda com a idéia fixa de procurar sarna pra me coçar eu me arrisquei e me lancei ao inesperado. Inesperado é eufemismo e paradoxo, na verdade era o esperado mesmo, ou o desejado. Quem sabe?
No entanto não podia ser de qualquer jeito, não podia ser sem mais nem menos. Quando se trata de coisas do coração é necessário o sublime, o encantamento, o lado sonhador. Nenhum mulher sensível e delicada como eu se dará por satisfeita com o fato por si próprio. Queremos sempre mais. E nem foi preciso falar nada para que esses quesitos fossem preenchidos. Houve um contrato implícito selado com um olhar. Um olhar calmo, doce, profundo. Um olhar que chamava-nos e nesse momento não só os olhos como as mãos se encontravam. O ardor dos corpos falava por nós. Sem nem uma palavra. Palavras, às vezes, são desnecessárias.
Em um instante mágico o contrato foi escrito, acordado e assinado. Assim sem nada que pudesse atrapalhar, como se o mundo a nossa volta tivesse parado. Sem razões, sem explicações, tornamo-nos nossos, tão nossos que os lábios trêmulos se tocavam e um arrepio corria pela pele.
Se existem momentos perfeitos. Eles são exatamente assim.
Se existe entrega total em um beijo, nos entregamos.
Assim eu queria aquele encontro, assim eu o queria. Assim: simples, assim pleno, assim meu.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Eu e Lucineudo, amigo querido.
Eu e Landim, coordenador do E.M.
Uma mensagem singela, um agradecimentoa seu trabalho...
Tudo muito válido nesse meio.



quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Eu quero um homem que seja capaz...
Capaz de ver com os olhos da alma
Com calma, com docilidade.
Capaz de ver com os olhos do coração
Olhos doces, ingênuos, crédulos,
Capaz de enxergar a mulher a sua frente,
Capaz de me ver completamente
Assim... simplesmente.
Um homem que torne mágico cada instante,
Que tenha nos braços o calor que lhe queima no peito
Enquanto me abraça,
Enquanto me vive,
Enquanto me tem...
Que faça das palavra uma necessidade;
Do silêncio, uma completude.
Que saiba receber, entregar-se,
Saiba tornar os encontros intensos,
Na medida certa,
Saiba a medida certa...
Eu quero um homem que seja capaz...
Capaz de trazer nos peito a inocência de criança,
A segurança de adulto,
O amor forte e complacente dos amantes.
Que me traga o mágico fascínio das manhã
Que traga pureza do crepúsculo,
Que traga a intensidade da madrugada,
Que seja a todo instante aquele que desperta
Sonhos,
Sorrisos,
Olhares,
De dia um menino, de noite... um Homem.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008



Quantas coisas ditas e vividas. Quantas coisas passadas, mas nada é suficiente, nunca é. Queremos sempre mais. Pode acontecer qualquer coisa, mas acharemos pouco. Nada provará nossa intenção, nada fará com você esqueça aquilo que te marcou verdadeiramente.
Não importa como, mas a vida trará essa culpa de volta. A vida fará com que você se lembre de cada detalhe e se sinta vil, pequeno, como da primeira vez. Formará uma situação parecida para lhe provar como dói. Nem adianta você se convencer do contrário, a consciência não perdoa e o cérebro imediatamente manda ao corpo a dor, aquela dor que você quer esquecer e até acha que havia esquecido. Não. Ela está ali, bem ali no seu peito, na sua mente, te acompanhando e gritando com sorriso irônico: “Você é má! Você não pensou em ninguém, porque você só pensa em você mesma!” Grita e ri. Rodopia a sua frente e se sente feliz por você está sentindo exatamente o contrário dela.
Quando há de se apagar essa dor?
Quando há de se apagar esse amor, que se foi, que não é mais?
Quando isso tudo fará realmente parte de um passado?
Ninguém consegue responder nada disso, ninguém quer responder, porque não interessa a ninguém. O que interessa é que não importa o que se faça, sempre pagaremos por nossas escolhas. Às vezes preços altos, outras, preços ínfimos, mas a vida – sempre a vida – tratará de fazer você aprender. E quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração. E quem irá dizer...?