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Razão e sentimento
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quarta-feira, 26 de novembro de 2008
março 2008
Festa 20 e poucos anos à fantasia. maio 2008
Um simples lanche no shopping.

Viagem de Guaramiranga 2007
Meu niver 2008. Parte I com meus alunos.
Meu aniversário 2008 Parte II, com novas amigas
Viagem à Viçosa do ceará em 2006.
Às vezes ficamos nostálgicos de coisas que estão perto de nós e que não são nem serão mais as mesmas. Coisas, pessoas e momentos que passam. Deixam suas marcas e por isso sinto saudade.
Uma palavra pode ser dita de infinitas formas e pode, intencionalmente ou não, ser ouvida também de várias formas. Já me disseram que palavras proferidas são menos agravantes que palavras escritas. Será?
Estive pensando sobre a força das palavras. Elas são poderosas e têm feed back diferente dependendo do receptor. Se eu disser que alguém é rude e esse alguém for uma semi-analfabeto ou mesmo alguém que ainda não tem tanto trato com as palavras, ela ferirá menos que se eu disser a mesma palavra para alguém é letrado. Isso é um fato.
Usamos as palavras em todos os momentos. Algumas vezes pensamos bem antes de soltá-las. Outras, soltamos o verbo e deixamos a emoção falar por nós. Não devemos nos arrepender do que dissemos, no máximo explicar se quem estava falando naquele momento era a razão ou a emoção. Se bem que no fundo, no fundo, não importa, já foi dito mesmo e o ouvinte terá sempre uma desculpa:
"É, foi a emoção, mas isso significa que você acha isso."
"Ah, você falou para ferir, foi? Pois fique sabendo que feriu mesmo e por isso não te perdôo"
Enfim, surgirão várias outras contra-argumentações.
Não podemos, também subestimar as palavras. Os sinônimos tem a mesma força quando ditos para alguém que "domina" a língua portuguesa. Tanto faz dizer "rude" como "ignorante" ou ainda "burro". Claro que ignorante é bem mais polido e por isso mesmo será mais aceito que "burro".
Olha aí mais uma palavra interessante. Quem disse que burro é burro?
Por que inventamos que uma pessoa pessoa rude, ignorante é burra? Para agredi-la? Ou o processo é inverso? Quando usamos rude é para que ela pense que não queríamos dizer burro.
seja como for, se foi dita para alguém que entende minimamente de português, a interpretação é a mesma, tem a mesma força. A única coisa que se ganha é o momento da defesa. Aí sim dizemos:
"Não, você entendeu errado, eu não disse que você era burra, eu disse rude, é diferente."
Tem mesmo diferença? Se tem, eu não consigo ver.
Ai, ai, essas língua portuguesa é um achado mesmo. Coloca-nos em cada situação de desconforto. E, em alguns casos, é bem provavel que ela faça o inverso, nos coloque no conforto total de dizer: "Não, eu não disse isso."
O que importa mesmo é que depois de ditas, só resta a quem disse, assumir; e a quem escutou, esquecer, ou não.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
- Que entre amores e amigos, os amores sempre vencem. O que comprova que a sociedade está cada dia mais hipócrita, pois abre a boca e solta a voz para bradar que nada paga uma amizade e sempre escolhe pelos amores.
- Que não adianta amar sozinha. O outro sempre vai escolher a si próprio e choraremos inconformadas por uma coisa que não vale a pena.
- Que tudo na vida passa e perde o peso com o tempo, mesmo que seja horrível esperar por ele.
- Quando Deus fecha uma porta, abre uma janela. Esse é o ditado mais certo. Ele nunca te deixa desamparada.
- Que o esforço próprio e a dependência de si mesma são as únicas coisas em que devemos confiar.
- SOU UMA PESSOA IMENSAMENTE FELIZ, porque aprendi a não escolher errado, a amar quem me ama, a esperar o tempo que for preciso com parcimônia, a confiar em Deus e a depender apenas de mim mesma.

GT 4 – LEITURA, ESCRITA E ORALIDADESALA –
01 PPGL Coord.: Camila Maria Marques Peixoto
14:00 - O processo de construção de sentidos do texto em salas de aula do Projovem: o atuar do professor - Camila Maria Marques Peixoto, Eulália Vera Lúcia Fraga Leurquin (orientadora) 14:20 - A sociolingüística na sala de aula: a desconstrução do preconceito - Fábio Fernandes Torres
14:40 - Projeto leitura como prática de letramento - Eliabe Procópio e Daniel de França Brasil Soares
15:00 - Produção textual livre: quando os alunos se tornam autores - Lourena Klebia Alves Gomes
15:20 - Práticas de leitura na alfabetização: o que fazem os professores? - Sirlene Barbosa de Souza, Marília de Lucena Coutinho
15:40 - DISCUSSÃO DOS TRABALHOS
Estou muito feliz por estar, pela primeira vez, apresentando um dos meus trabalhos. Nessa ocasião apresentarei sobre o processo de elaboração de textos por alunos do 2º e 3º ano do Ensino Médio. Eles são meu orgulho. Consegui que eles melhorassem seus textos em um tempo razoavelmente curto.
Sei que nosso esforço foi grande, mas valeu muito a pena.
Aproveito para agradecer a todos que tornaram isso possível.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Quando vejo sua dor, sinto-a um pouco em mim. Não por lembrar de episódios análogos, mas por ser sua dor.
Você que é tão importante para mim.
Você que segurou minha mão num dia ruim.
Tive a horrível oportunidade de sugurar a tua também. Não me orgulho disso. O que eu queria mesmo era ficar te devendo esse favor para o resto da vida, era que você não precisasse nunca ser retribuída.
Calma, amiga.
As coisas mudam, o tempo passa.
E assim como aquele tempo de sorrisos passou, esse tempo de dor também passará e um outro mais divertido e mais emocionante tomará o lugar deste.
Estarei, como hoje, ao seu lado para te lembrar que as coisas mudam. E mesmo você não tendo condições de ouvir isso agora, mesmo não acreditando nesse momento, elas mudam para melhor.
Sorriremos sinceramente.
Contaremos essa e outra história sem sentirmos nada.
Sua dor transforma-se-á em simples alegria, em amor verdadeiro.
Você não depende de um amor destrutivo, não o quer.
Apenas não consegue ver agora.
Você é maior que tudo isso, é mais forte.
Acredite e vença mais essa. Eu estarei, mesmo longe, ao seu lado.
Você que é tão importante para mim.
Você que segurou minha mão num dia ruim.
Tive a horrível oportunidade de sugurar a tua também. Não me orgulho disso. O que eu queria mesmo era ficar te devendo esse favor para o resto da vida, era que você não precisasse nunca ser retribuída.
Calma, amiga.
As coisas mudam, o tempo passa.
E assim como aquele tempo de sorrisos passou, esse tempo de dor também passará e um outro mais divertido e mais emocionante tomará o lugar deste.
Estarei, como hoje, ao seu lado para te lembrar que as coisas mudam. E mesmo você não tendo condições de ouvir isso agora, mesmo não acreditando nesse momento, elas mudam para melhor.
Sorriremos sinceramente.
Contaremos essa e outra história sem sentirmos nada.
Sua dor transforma-se-á em simples alegria, em amor verdadeiro.
Você não depende de um amor destrutivo, não o quer.
Apenas não consegue ver agora.
Você é maior que tudo isso, é mais forte.
Acredite e vença mais essa. Eu estarei, mesmo longe, ao seu lado.
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
Olá Diário,
Hoje descobri que amo minha professora de Redação. Não é amor de homem e mulher, mas também não é um simples amor de professora e aluno. É algo intermediário.
Quando ela chega, meu sorriso se abre logo. Fico todo tempo a seu lado, perturbo mesmo, mas é perturbação de amor: puxo a manga da blusa dela, belisco o braço, faço qualquer coisa para ela me notar e não olhar para mais ninguém. Até ciúmes dela, eu tenho.
Se ela está conversando com outros alunos, eu dou logo um jeito de pedir aula, e nesse caso não estou nem aí se ela vai se zangar. Porém se ela estiver conversando comigo, aí pode demorar, se bem que nem acho que demora, passa tão rápido.
Na sala, outros alunos também disputam a atenção dela, mas estou sempre vigiando. A Aiana, uma menina da sala, quer sempre disputá-la comigo. Mas eu sou esperto. Se vejo ela perto da Lourena, vou logo, agarro no outro braço e fico puxando conversa. Nem sempre funciona, mas eu tento. Em alguns momentos me dá um ódio, me sobe uma raiva e é o jeito perguntar algo sobre a matéria. Sendo da matéria, a professora é obrigada a deixar a aluna e voltar-se só para mim. Eu venço. É como uma vitória. Sinto-me bem, não tenho como esconder mais um sorriso daqueles. Claro que a outra odeia, mas e daí? O importante é que a professora é minha de novo.
Como se não bastasse ainda tem o, digamos, garanhão da sala, para mim ele é um bobão. Acha que a professora pode ser dele. Nem noção ele tem, pois acredita que dá em cima da professora. Mesmo sendo de brincadeirinha é sem noção. Ela pode até brincar, mas dáí a levá-lo a sério é outra coisa. Porém querer não é poder e a professora acaba falando sério é comigo. É para mim que ela pede favores, é em mim que ela confia. E se ela dá atenção a ele, mais uma vez uso a tática de pergunta interessante e pronto acabo com ele.
Ano que vem não estarei mais na escola, aí sim outros podem amá-la e disputar sua atenção, mas agora não tem pra ninguém.
Rennan Mota.
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